Meus oito anos

Ainda ontem, estive lendo alguns poemas dos poetas do Romantismo, pois tenho o hábito de pegar o violão e musicar as poesias. Então surgiu o tão famoso "Meus Oito Anos" de Casimiro de Abreu. 
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!...

Casimiro de Abreu, fez esse poema quando ainda vivia em Lisboa, com menos de 20 anos de idade.
Então comecei a lembrar dos meus oito anos....
Com oito anos, eu vivia nas ruas... brincando de todas as brincadeiras, que  meus amigos e eu podíamos inventar....
A música sempre esteve em minha vida, dentro da maioria das brincadeiras.

Nessa foto, sou eu com um pouco menos de oito anos de idade, na banda do colégio, como baliza, apresentando a corporação musical, da qual eu já queria fazer parte.







Nessa outra, com bem mais de oito anos obviamente (na primeira fila) , já fazendo parte de uma banda que contava com músicos que tinham desde 12 à 75 anos.
Ai eu lembrei da Sofia.... Ela canta com as amigas também....   :D
  Eis a prova de que a infância é ótima!


A parte melhor é a criançada fugindo do flagrante hahahaha.


E a coisa melhor que acontece quando nos recordamos de nossa infância, é o sorriso aberto que se estampa na face daquele que já cresceu, mas ainda sabe o caminho que o transporta magicamente para a aurora de sua vida.
Besos

Diva de Montalbán

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